Uma reflexão para quem adorou ao Senhor no final de semana, e sente a necessidade (e dificuldade) em manter a adoração durante a semana.
Escrevi esse texto após uma ministração de louvor minha em um culto de Ceia do Senhor.
Uma reflexão para ministros de louvor e também todos que desejam ficar mais próximos da presença de Deus:
=====
Mais uma ceia se foi. E mais um domingo de culto a Deus. Sim, eu me reuni com minha família para adorar ao meu Deus, para buscar sua presença, para falar com ele, para ouvir sua palavra, para compartilhar com meus irmãos o ideal de servir àquele que me salvou da morte. Sim eu me reuni com os meus irmãos para reafirmar juntamente com eles minha aliança com meu Deus. Quantas palavras eu disse a ele... Eu cantei juntamente com meus amigos, toquei um instrumento para expressar por meio de canções minha busca pela sua presença. Eu disse que ele é minha vida... Eu disse que estou voltando a amá-lo como nos primeiro dias, que estou voltando à essência do que é adorar... Eu pedi que ele reine sobre mim, sobre minha vida, sobre meu futuro, sobre minhas escolhas, minha história... Diante e ao lado de todos eu pedi para que ele venha com sua presença sobre minha vida, para que ele atraia meu coração todos os dias da minha vida, pois ele é tudo o que eu quero.
Sim, eu ouvi uma reflexão sobre a necessidade de amá-lo verdadeiramente, não somente com palavras. Eu ouvi uma mensagem profunda sobre a necessidade de mudar minha postura em relação ao meu Deus, sobre a necessidade de mudar a motivação do meu coração quanto àquilo que realizo para ele. Eu refleti e concordei sobre a necessidade de mudar radicalmente meu comportamento, pois não posso, para o meu próprio bem, aceitar viver uma vida mecânica diante dele. Não posso aceitar viver uma vida religiosa e sem sua presença. Sim, eu verdadeiramente senti necessidade de mudança, de transformação de minha mente e motivações, de transformação do meu coração e desejos, de ajustar minhas prioridades. Em determinados momentos eu me senti extremamente emocionado. Senti desejo de chorar e chorei. Senti desejo de ajoelhar. Ajoelhei. Deitei-me no chão, pois queria me sentir mais à vontade na presença dele. Eu queria me sentir em casa. Em determinados momentos eu ouvi a pregação associada à música e isso me fazia ficar mais atento ao que estava sendo dito, à presença do meu Deus naquela palavra e naquele ambiente, naquele templo... A dinâmica da música me envolvia, me emocionava, me embalava numa freqüência intensa de oração. Minha alma estava sendo tocada... Eu sentia as palavras entrarem no meu coração... Era como se os acordes me despertassem para a realidade, a intensidade das palavras, a intensidade da música, das pessoas orando e expressando seu desejo de amar mais a Deus... Tudo isso me comovia e me impulsionava para mais perto dEle. Ouve momentos em que eu disse a mim mesmo: É verdade! É verdade! Eu preciso mudar isso na minha vida... Não posso mais aceitar isso, viver isso... Amém... Eu vou mudar isso, eu vou começar uma nova história, uma nova caminhada com meu Deus. Eu vou adorá-lo de todo o meu coração, com todas as minhas forças... Amém. Ouve momentos em que eu disse que preciso dele mais do que nunca, mais do que qualquer coisa. Que ele é a fonte de minha alegria, minha realização... Minha vida, minha vida! Houve momentos em que declarei que preciso dele mais do que o ar que eu respiro, que eu o amo mais do que tudo. Que eu vivo para ele, que eu entrego minha vida em suas mãos para que ele me guie, para que me transforme, para que me mude, me restaure, me perdoe, me ajude, para que mude a minha maneira de viver. Para que ele coloque seu amor e sua vontade em meu coração. Eu disse que preciso dele, mais do que as palavras podem dizer... Tudo isso foi, na minha consciência, muito intenso e verdadeiro. Tudo isso foi sincero. Em tudo isso eu verdadeiramente senti sua presença viva em mim...
Agora se inicia um novo dia, uma nova semana. Há pouco tempo atrás eu estava dormindo. E agora eu estou trabalhado. Agora eu tenho que lidar com o dia a dia dos compromissos. Eu estou no trânsito. Eu estou lidando com os problemas, com as obrigações diárias. Projetos, pessoas, caminhos, circunstâncias da vida prática... Nesses contextos não há músicas sendo cantadas. Eu não estou sendo ministrado por meu líder espiritual. Ninguém está pregando para mim com intensidade e paixão. Não há alguém orando e chorando ao meu lado. Não ouço os acordes menores nem os maiores. Não ouço orações sendo cantadas com lindas melodias. Não ouço um teclado ao fundo de minha vida, não ouço uma bateria sendo tocada no ritmo dos meus passos, do meu coração. Não... Não há uma guitarra tocando sol maior e dó maior enquanto eu falo com as pessoas. Não há um violão sendo dedilhado em lá e mi menor enquanto eu ando pelas ruas. Agora eu me deparo com o ritmo do cotidiano... Agora eu ouço o som dos carros nas ruas... Agora eu escuto os passos das pessoas andando pelas estações de trem, em busca pela subsistência... O que eu escuto são os rumores da multidão andando pelos frios corredores das estações de metrô. Agora eu ouço a pregação da vida prática tentando convencer-me a viver no seu ritmo. Agora eu não ouço as pessoas chorando de comoção pela presença de Deus, mas o que posso ouvir é o silêncio do sentido que tenta nos envolver e os choros das pessoas que andam pelas ruas da vida, sem esperança... E então? E agora? Eu me deixarei levar por esse ritmo? Serei embalado ao som dos motores e dos teclados dos computadores? O culto acabou? O que resta do meu culto?
O culto deve continuar. Eu não estou sozinho. Eu não preciso estar sozinho. Eu posso atrair a presença dele com meu coração. Eu posso me conectar a ele aqui e agora, onde eu estou. Não importa o local, a hora, o contexto, o espaço, o tempo. Eu posso andar com ele. Eu posso andar na presença dele. Eu posso viver na presença dele. Ele está comigo. Ele está agora comigo. Enquanto eu faço o meu trabalho eu posso atraí-lo com meu coração. Enquanto eu ando pelas ruas eu posso procurá-lo. Enquanto eu penso eu posso chamá-lo. Enquanto eu vivo, eu posso cultuá-lo com meu coração. Enquanto eu falo com as pessoas posso sentir e perceber sua presença no ambiente. Eu posso cultuá-lo porque ele está em mim. Eu posso cultuá-lo porque eu sou seu templo vivo. Eu posso cultuá-lo enquanto eu vivo, aqui e agora! Na vida prática, no cotidiano eu posso desejá-lo. Minha vida pode ser um culto contínuo ao Deus da minha salvação porque ele esta aqui comigo. Eu posso dar-lhe o meu maior louvor. Eu posso adorá-lo quando eu tiver que lidar com uma situação difícil no meu trabalho, quando eu perdoar alguém, quando eu ajudar alguém. Quando eu amar a pessoa que está pedindo ajuda no farol, ao invés de me sentir importunado por ela. Eu posso orar por alguém no trabalho, na rua... Eu posso cultuá-lo dando meu melhor nesse trabalho. Mais do que as canções que eu canto, eu posso dar-lhe a minha vida. Eu não preciso andar sozinho, eu não preciso trabalhar sozinho. Eu posso andar com ele, eu posso andar com ele, eu posso trabalhar com ele, pensar com ele. Eu posso pedir sua ajuda, pedir sua presença em meu coração, em minha vida, continuamente, diariamente, aqui, agora. Enquanto eu viver posso cultuá-lo, com meus atos, com minhas reações, minha mente, com minha vida. Eu posso viver as canções! Eu posso viver as orações, as palavras, o culto... Ele está comigo enquanto eu leio esse texto. Enquanto eu vivo o culto, o culto está vivo em mim.
E você, acha que o culto deve continuar durante a semana? Deixe o seu comentário.___________
Escrevi esse texto após uma ministração de louvor minha em um culto de Ceia do Senhor.
Uma reflexão para ministros de louvor e também todos que desejam ficar mais próximos da presença de Deus:
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Mais uma ceia se foi. E mais um domingo de culto a Deus. Sim, eu me reuni com minha família para adorar ao meu Deus, para buscar sua presença, para falar com ele, para ouvir sua palavra, para compartilhar com meus irmãos o ideal de servir àquele que me salvou da morte. Sim eu me reuni com os meus irmãos para reafirmar juntamente com eles minha aliança com meu Deus. Quantas palavras eu disse a ele... Eu cantei juntamente com meus amigos, toquei um instrumento para expressar por meio de canções minha busca pela sua presença. Eu disse que ele é minha vida... Eu disse que estou voltando a amá-lo como nos primeiro dias, que estou voltando à essência do que é adorar... Eu pedi que ele reine sobre mim, sobre minha vida, sobre meu futuro, sobre minhas escolhas, minha história... Diante e ao lado de todos eu pedi para que ele venha com sua presença sobre minha vida, para que ele atraia meu coração todos os dias da minha vida, pois ele é tudo o que eu quero.
Sim, eu ouvi uma reflexão sobre a necessidade de amá-lo verdadeiramente, não somente com palavras. Eu ouvi uma mensagem profunda sobre a necessidade de mudar minha postura em relação ao meu Deus, sobre a necessidade de mudar a motivação do meu coração quanto àquilo que realizo para ele. Eu refleti e concordei sobre a necessidade de mudar radicalmente meu comportamento, pois não posso, para o meu próprio bem, aceitar viver uma vida mecânica diante dele. Não posso aceitar viver uma vida religiosa e sem sua presença. Sim, eu verdadeiramente senti necessidade de mudança, de transformação de minha mente e motivações, de transformação do meu coração e desejos, de ajustar minhas prioridades. Em determinados momentos eu me senti extremamente emocionado. Senti desejo de chorar e chorei. Senti desejo de ajoelhar. Ajoelhei. Deitei-me no chão, pois queria me sentir mais à vontade na presença dele. Eu queria me sentir em casa. Em determinados momentos eu ouvi a pregação associada à música e isso me fazia ficar mais atento ao que estava sendo dito, à presença do meu Deus naquela palavra e naquele ambiente, naquele templo... A dinâmica da música me envolvia, me emocionava, me embalava numa freqüência intensa de oração. Minha alma estava sendo tocada... Eu sentia as palavras entrarem no meu coração... Era como se os acordes me despertassem para a realidade, a intensidade das palavras, a intensidade da música, das pessoas orando e expressando seu desejo de amar mais a Deus... Tudo isso me comovia e me impulsionava para mais perto dEle. Ouve momentos em que eu disse a mim mesmo: É verdade! É verdade! Eu preciso mudar isso na minha vida... Não posso mais aceitar isso, viver isso... Amém... Eu vou mudar isso, eu vou começar uma nova história, uma nova caminhada com meu Deus. Eu vou adorá-lo de todo o meu coração, com todas as minhas forças... Amém. Ouve momentos em que eu disse que preciso dele mais do que nunca, mais do que qualquer coisa. Que ele é a fonte de minha alegria, minha realização... Minha vida, minha vida! Houve momentos em que declarei que preciso dele mais do que o ar que eu respiro, que eu o amo mais do que tudo. Que eu vivo para ele, que eu entrego minha vida em suas mãos para que ele me guie, para que me transforme, para que me mude, me restaure, me perdoe, me ajude, para que mude a minha maneira de viver. Para que ele coloque seu amor e sua vontade em meu coração. Eu disse que preciso dele, mais do que as palavras podem dizer... Tudo isso foi, na minha consciência, muito intenso e verdadeiro. Tudo isso foi sincero. Em tudo isso eu verdadeiramente senti sua presença viva em mim...
Agora se inicia um novo dia, uma nova semana. Há pouco tempo atrás eu estava dormindo. E agora eu estou trabalhado. Agora eu tenho que lidar com o dia a dia dos compromissos. Eu estou no trânsito. Eu estou lidando com os problemas, com as obrigações diárias. Projetos, pessoas, caminhos, circunstâncias da vida prática... Nesses contextos não há músicas sendo cantadas. Eu não estou sendo ministrado por meu líder espiritual. Ninguém está pregando para mim com intensidade e paixão. Não há alguém orando e chorando ao meu lado. Não ouço os acordes menores nem os maiores. Não ouço orações sendo cantadas com lindas melodias. Não ouço um teclado ao fundo de minha vida, não ouço uma bateria sendo tocada no ritmo dos meus passos, do meu coração. Não... Não há uma guitarra tocando sol maior e dó maior enquanto eu falo com as pessoas. Não há um violão sendo dedilhado em lá e mi menor enquanto eu ando pelas ruas. Agora eu me deparo com o ritmo do cotidiano... Agora eu ouço o som dos carros nas ruas... Agora eu escuto os passos das pessoas andando pelas estações de trem, em busca pela subsistência... O que eu escuto são os rumores da multidão andando pelos frios corredores das estações de metrô. Agora eu ouço a pregação da vida prática tentando convencer-me a viver no seu ritmo. Agora eu não ouço as pessoas chorando de comoção pela presença de Deus, mas o que posso ouvir é o silêncio do sentido que tenta nos envolver e os choros das pessoas que andam pelas ruas da vida, sem esperança... E então? E agora? Eu me deixarei levar por esse ritmo? Serei embalado ao som dos motores e dos teclados dos computadores? O culto acabou? O que resta do meu culto?
O culto deve continuar. Eu não estou sozinho. Eu não preciso estar sozinho. Eu posso atrair a presença dele com meu coração. Eu posso me conectar a ele aqui e agora, onde eu estou. Não importa o local, a hora, o contexto, o espaço, o tempo. Eu posso andar com ele. Eu posso andar na presença dele. Eu posso viver na presença dele. Ele está comigo. Ele está agora comigo. Enquanto eu faço o meu trabalho eu posso atraí-lo com meu coração. Enquanto eu ando pelas ruas eu posso procurá-lo. Enquanto eu penso eu posso chamá-lo. Enquanto eu vivo, eu posso cultuá-lo com meu coração. Enquanto eu falo com as pessoas posso sentir e perceber sua presença no ambiente. Eu posso cultuá-lo porque ele está em mim. Eu posso cultuá-lo porque eu sou seu templo vivo. Eu posso cultuá-lo enquanto eu vivo, aqui e agora! Na vida prática, no cotidiano eu posso desejá-lo. Minha vida pode ser um culto contínuo ao Deus da minha salvação porque ele esta aqui comigo. Eu posso dar-lhe o meu maior louvor. Eu posso adorá-lo quando eu tiver que lidar com uma situação difícil no meu trabalho, quando eu perdoar alguém, quando eu ajudar alguém. Quando eu amar a pessoa que está pedindo ajuda no farol, ao invés de me sentir importunado por ela. Eu posso orar por alguém no trabalho, na rua... Eu posso cultuá-lo dando meu melhor nesse trabalho. Mais do que as canções que eu canto, eu posso dar-lhe a minha vida. Eu não preciso andar sozinho, eu não preciso trabalhar sozinho. Eu posso andar com ele, eu posso andar com ele, eu posso trabalhar com ele, pensar com ele. Eu posso pedir sua ajuda, pedir sua presença em meu coração, em minha vida, continuamente, diariamente, aqui, agora. Enquanto eu viver posso cultuá-lo, com meus atos, com minhas reações, minha mente, com minha vida. Eu posso viver as canções! Eu posso viver as orações, as palavras, o culto... Ele está comigo enquanto eu leio esse texto. Enquanto eu vivo o culto, o culto está vivo em mim.
E você, acha que o culto deve continuar durante a semana? Deixe o seu comentário.___________
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REQ 2011
O Perdão e a Satisfação da Paz Interior
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Nossa Amizade
Somos a versão mais profunda das pessoas que se querem bem,
que se estimam verdadeiramente, que se respeitam.
Nossa amizade está baseada na cumplicidade dos momentos que com algumas pessoas sempre dividimos, na partilha desse bem imensurável
que é a fraternidade.
Todos temos a capacidade para amar o nosso próximo sem reservas,
sem preconceitos, em verdadeira sintonia com o amor de Deus.
As suas alegrias, a vossa bondade, sempre me contagiou e me permite crer
que as verdadeiras amizades existem sim.
Eu particularmente faço questão de preservar essa nossa amizade, para sempre.
A amizade é um sentimento concreto, absoluto e sem igual.
Somente aqueles que entendem o valor de uma sincera amizade,
são capazes de ler o que se passa no coração do seu próximo.
Com ela, aprendemos a amar e a perdoar, dar sem receber,
semear a esperança sem dar-se conta do que se faz.
E sabe por que tudo isso acontece?
Porque onde há fé e esperança, sonho sem sair da realidade,
há amor, compaixão e o mais importante: PUREZA DE ESPÍRITO. Em toda minha caminhada que, diga-se de passagem, não foi tão grande assim, tive o privilégio de conhecer pessoas maravilhosas que consegui guardar até aqui, guardar em amizade, em companheirismo e com caráter, músicos talentosos que conheci e que com muito prazer, tive a honra de tocar, além de pessoas que Deus colocou em minha vida pra abençoar de verdade, isso significa disponibilizar tempo e muitas vezes até paciência hehehehe, pessoas como meu amigo Claudio e sua esposa minha amiga Cris, que também é a dona desse blog que você está vendo, os dois com todo carinho tem trabalhado em prol do crescimento da minha carreira, mais do que qualquer outro, e por isso que essas palavras são a minha homenagem a eles e a todos que curtem meu trabalho, que ainda está no começo, mais sei que Deus tem algo muito grande preparado para as nossas vidas.
Que Deus abençoe a todos!
São Paulo com amigos
Sem entrar no mérito de preferências musicais, fico admirado, apesar de não gostar do gênero, porém como observador atento, que o sertanejo fala quase que exclusivamente de abandono, mágoa, vidas destruídas e esperanças perdidas. Quem não conhece um tio, ou um amigo do amigo, que passou a noite inteira chorando e ouvindo um sertanejo curtindo a dor de cotovelo? Isto, sem dúvida, reflete um sentimento muito amplo. Parece até que a vida humana está mais para as lágrimas do que para os sorrisos. Ma tal situação transcende questões pontuais como as de natureza passional. Muitas vezes as pessoas sofrem por falta de um suporte material e as vezes até paternal, o que me leva a palavra SENTIMENTALISMO, essa ausência de suporte nos leva a traumas como também podem sofrer por razões de uma saúde abalada. A Bíblia Sagrada afirma que “toda alma geme esperando uma Redenção” (Rm 8:22), que atinge a profundidade da alma, seja do rico ou do pobre, do solitário ou de quem vive em família, do idoso ou da criança, do sábio ou do tolo. Em outras palavras aquele que se sente livre tem paz, ainda que no meio das maiores tempestades, ou cercado de adversários, ou carente de alguma coisa desejada, pois sua visão não para alguns metros adiante, mas se lança ao horizonte infinito da fé e da esperança. Embora concordando comigo, você teria o pleno direito de questionar se essa tal libertação realmente existe, ou é meramente uma figura criada pela imaginação de filmes com final feliz. Para explicar melhor, vamos trazer à cena a Palavra de Deus, onde Jesus faz uma afirmação categórica: “Se o Filho de Deus vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (Jo 8:36). Eis aqui o binômio que pode transformar uma torrente de lágrimas em um sorriso aberto, LIBERDADE almejada e provisão de tal benção de forma gratuita pelo Criador. Como a experiência que tive nesse final de semana no REQ – Retiro Espiritual Quadrangular direcionado aos jovens, onde tinham muitas coisas boas para se fazer, muita palavra abençoada de Deus, muita musica boa, mais o que mais levarei comigo foi o último dia de retiro, porque Deus tinha guardado pra mim esse dia, fui agraciado com o perdão, num dado momento estava eu adorando a Deus no palco do evento, e Deus me quebrantou de uma forma, por exemplo, daquelas sem escapatória, quase que como se eu ouvisse uma voz ao fundo em meio a tanto som e agitação, aquela voz dizia: Ei, chegou a sua hora de se humilhar, PEÇA PERDÃO, LIBERE PERDÃO, VIVA PERDÃO, espontaneamente fui levado aos abraços de amigos que pensava que não tinha mais, pessoas que de certa forma influenciaram meu caráter e meu estilo, pessoas que de longe estavam cuidando de mim, sim de longe, porque eu os tinha afastado, mais como Deus fez com José, Ele fez comigo, transformou todo o mal em bênçãos, e aqueles abraços, um por um, míseros segundos, mas com a sensação de eternidade, doce eternidade, gostosa eternidade, a melhor eternidade, significava muito mais que um simples abraço, era a confirmação de uma reconciliação. Algo que mesmo as pessoas não percebendo, fazia muito sentido para os dois ali, primeiro “dois”, depois “três” e depois “quatro” amigos, amigos renovados, “novos amigos”, em meio a risos agora de alegria, foram outrora levados a decepção por meio de murmurações, fofocas, comentários sem nexo, mais agora tudo está novo de novo, algo especial aconteceu, estávamos recebendo perdão e amor para uma nova caminhada, notaram que o poder da amizade é maior que qualquer desentendimento que qualquer briga, distância ou tristeza, congelou o sentimento de cuidado entre nós.
Por muito tempo deixamos que as condições mais favoráveis nos mostrem o caminho a trilhar, os problemas, deixamos de lado, entendemos que para efeito de paz e tranqüilidade, devemos nos afastar das dificuldades sem enfrentá-las, em (2 Cr 25:9) Deus nos mostra que tem muito mais para nos dar em troca de nossa fé e esperança nEle.
Essa semana que antecedeu o Natal viajei para São Paulo (Sampa) como chamam carinhosamente os compositores musicais, passei alguns dias na casa do meu amigo Diego, e pude rever alguns amigos muito queridos e também tive a oportunidade de conhecer alguns que ainda não conhecia, só que o mais interessante é que pude andar por “quase” toda a cidade, já que é impossível andar por toda ela, e conheci vários pontos que ainda não havia conhecido, um dos dias mais legais sem dúvida foi o dia que fomos à Avenida Paulista para ver a decoração de Natal, e confesso que nunca tinha visto nada igual, além da beleza e da estética fantástica do ambiente, Deus ainda me proporcionou uma companhia, digo uma companhia nos dois sentidos da palavra, tanto de “presença” quanto de “número” de pessoas, pois estavam lá a Nata, Olinta, Evelize, Diego, Will e Aline, Mena e a namorada, e o quanto a gente riu e cantou não foi brincadeira, eu amei esse dia pois vi a mão do meu Deus sempre a me cuidar, e sua voz sempre a me dizer que não precisamos do que o “mundo” oferece pra nos divertirmos saudavelmente, o Diego, o Fernando e sua namorada também me levaram para visitar o Museu do Futebol no Pacaembú, foi muito legal, só que o dia mais legal pra mim foi na véspera de Natal quando pudemos participar do culto de ação de graças na igreja da Família Guimarães, lá fizemos um culto maravilhoso, com muita música e uma palavra de Deus maravilhosa, também tive a oportunidade de cantar e tocar com os “Guimarães” além de conhecer o tão comentado Moi Guimarães que seria um exagero meu não comentar aqui, CANTA MUITO, então acredito que Deus é fiel em todo o tempo por nos proporcionar momentos como esses, a saudade já é grande mais agora tudo fica mais fácil, o próprio Moi já disse que como seria mais fácil se tivesse uma ponte que ligasse São Paulo a Foz do Iguaçu e vice-e-versa, só que quando a saudade apertar demais e não aliviar não vou pensar duas vezes, pego as economias e vou para Sampa rever meu amigos queridos.
LCJ
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O que te dá esperança?
A Palavra de Deus diz que devemos trazer à memória o que nos dá esperança para que as aflições que passamos hoje não possam nos consumir.
Lendo este trecho da Bíblia, que pode ser encontrado em Lamentações capítulo 3, eu lembro primeiro das aflições que estão nos cercando: pais matando seus filhos; filhos matando seus pais pela herança que irão receber; mães enterrando suas crianças vítimas da dependência química; crianças e jovens chorando porque seus cabelos estão caindo, pois estão passando por um tratamento severo de quimioterapia; mulheres chorando vítimas também do câncer de mama e do câncer do colo de útero; homens preocupados não conseguindo mais sustentar suas famílias porque o consumo aumentou e o salário diminuiu; pais chorando por seus filhos e filhas que foram abusados sexualmente e tantos outros sofrimentos que a humanidade passa dia após dia.
Você acredita mesmo que Deus está alheio a tudo isso? Ele é o primeiro a chorar com você pelo seu sofrimento e dizer: “Filho (a) sei o que é sofrer. Sei o que é ter um filho morto. Mas quero que você lembre daquilo que lhe dá esperança”.
Esta frase entre aspas que eu coloquei não está na Bíblia. É a minha esperança! Quando a tribulação chega e as lágrimas chegam com ela, Deus coloca em minha mente o que me traz esperança.
No meu caso, é o amor que já tive e ainda tenho da minha família. Trago à memória o cheiro doce de bolo da minha mãe; a lembrança da reunião de todo domingo na cozinha da minha casa para fazer a janta onde todos participavam, tudo isso quando eu era criança (como eu adorava aquele momento); trago à memória os dias de frio em que minha mãe me cobria e me chamava de Junior; trago à memória os momentos maravilhosos em que passei à brincar com minhas irmãs e o carinho delas por mim, e sempre diziamos que quando crescessemos iríamos todos casar e ter filhos, até dávamos nomes aos filhos antecipadamente e quando eu dizia que elas eram a melhor coisa que Deus tinha me dado de presente; trago à memória a força e a fé da minha mãe que sempre trabalhou para poder sustentar dois filhos pequenos; trago à memória todos os dias em que tive que limpar a casa, arrumar cada canto (mesmo não querendo shuaushaushashuhuah) e fazer a comida *(imagina eu com 7 anos já cozinhava) pra ela poder chegar do trabalho e não precisar se preocupar com nada dentro de casa e poder descansar; trago à memória as vezes que minha mãe ia à igreja e que eu e minha irmã ficavamos em casa e faziamos os famosos bolinhos de fubá husahuahuahsuhashuas ficavam horríveis, mesmo assim comiamos tudo hahahahahha..reuniões de família; abraços e beijos de minhas irmãs, os seus casamentos, o nascimento do meu sobrinho. Enfim, trago à memória todo o amor que nos une até hoje como família abençoada por um Deus que mesmo na tribulação nunca nos deixou desamparados.
Meus queridos. A tribulação vai existir. O que nunca vai acabar é o amor de Deus por nós. Esta, é a nossa esperança.
LCJ
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